sexta-feira, 12 de outubro de 2012

A Maior flor do mundo - Jose Saramago

“E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos?
 Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar?”
 
José Saramago


A maior flor do mundo é uma magnífica história para crianças. 
Saramago transformando-se em personagem, o autor nos conta que uma vez teve uma idéia para um livro infantil, inventou uma história sobre um menino que faz nascer a maior flor do mundo. 
Não se julgava capaz de escrever para crianças, mas chegou a imaginar que, se tivesse as qualidades necessárias para colocar a idéia no papel, ela resultaria verdadeiramente extraordinária: "seria a mais linda de todas as que se escreveram desde o tempo dos contos de fadas e princesas encantadas...".
É dessa fantasia de grandiosidade que nasce o livro.
 
A obra talvez se transcreva na grande vontade do autor em tentar conquistar o público dos pequenos, lhes fazer um afago, eis que no reconhecimento da difícil arte de dirigir-lhes, Saramago expõe com toda sua inocência e sinceridade da sua imprecisa arte de escrever para as crianças (sabemos da sua inquestionável qualidade como autor).

Ainda assim, mesmo parecendo inacabada, constrói uma bonita história, demonstrando a simplicidade e força de vontade do menino protagonista que é capaz de transpor a todos esforços, limitações e dificuldades para ajudar a uma pequena e agonizante flor...ele lhe trouxe novamente a vida, frente a toda desesperança.  

Ao final da belíssima história que conta, Saramago chama os pequeninos a reescreverem a história de sua maneira, e diz que talvez um dia os lerá, muito melhor do que ele, que não sabe contar histórias infantis. 
 “E essa é a moral da história”: incentivar os pequenos a entrar no belo mundo do literário. 
De fato, muitas escolas já utilizaram o livro e o exercício de reescrita proposto por Saramago, com resultados maravilhosos.
 
 
 
 
Posteriormente, Juan Pablo Etcheverry fez um curta-metragem de animação baseado no conto, onde José Saramago aparece como personagem e é narrador.


 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Aprenda a fazer saquinhos de lixo feito de jornal que substituem as sacolas plásticas

Melhor do que encher diversos saquinhos plásticos ao longo de uma semana você pode usar um único saco plástico dentro de uma lixeira grande na área de serviço e ir enchendo-o por alguns dias com os pequenos lixinhos da casa;

Se o lixo é limpo, como de escritório (papel, pedaços de durex, etc)  pode ir direto para a lixeira sem proteção;

No caso dos lixinhos da pia e do banheiro (papel higiênico, fio dental, cotonetes), o melhor substituto da sacolinha é o saquinho de jornal. 

Segue o Link abaixo do passo-a-passo:
http://www.coletivoverde.com.br/saquinhos-feito-de-jornal/





"Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem."

  Carlos Drummond de Andrade

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Economia Verde Inclusiva



Economia verde é um conjunto de ações produtivas, baseadas no tripé: economia limpa (energia não fóssil), sociedade justa (igualdade de condições) e meio ambiente sustentável (reutilizar, reduzir e reciclar). 



Um dos temas centrais da Rio+20  a economia verde propõe um novo comportamento de ordem econômica, social e ambiental, identificando a necessidade de consciência e responsabilidade das empresas, indústrias, governo e sociedade. 



Nesse sentido a economia verde exerce o desenvolvimento econômico compatibilizando-o com igualdade social, erradicação da pobreza e redução dos impactos ambientais negativos.



domingo, 9 de setembro de 2012

Paulo Freire

Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. 
Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.

domingo, 2 de setembro de 2012

Então...Boa leitura!

"Eu poderia ter o mesmo pai, a mesma mãe, ter freqüentado o mesmo colégio e tido os mesmos professores, e seria uma pessoa completamente diferente do que sou se não tivesse lido o que eu li. 
Foram os livros que me deram consciência da amplitude dos sentimentos. 
Foram os livros que me justificaram como ser humano. 
Foram os livros que destruíram um a um meus preconceitos. 
Foram os livros que me deram vontade de viajar. 
Foram os livros que me tornaram mais tolerante com as diferenças.” 
 
Martha Medeiros